Apreendedorismo: Dicas e Materiais sobre Empreendedorismo, Negócios e Marketing

Como abrir uma empresa? Conheça 4 passos para lançar o seu negócio

Você pode até compreender tudo sobre ter um CNPJ, mas sabe como abrir uma empresa? Pois é, tirar um negócio do papel e colocá-lo em prática vai muito além da sua formalização. Será que você sabe e tem o que realmente precisa para trilhar o caminho do sucesso?

A conquista do CNPJ é extremamente simbólica para aqueles que estão em busca do sonho empreendedor. Caso você tenha chegado até ele, certamente muitas definições já foram tomadas sobre o próprio negócio.

Abrir uma empresa simples, uma empresa de prestação de serviços, uma empresa virtual, uma empresa individual ou, quem sabe, abrir uma microempresa? Tudo isso já deve ter passado pela sua cabeça nos últimos meses.

Ao criar o CNPJ você adquire o status de pessoa jurídica, ou seja, já conclui uma etapa importante. No entanto, a sua responsabilidade não termina por aqui. Pelo contrário: ela está apenas no início! Neste artigo apresentamos os principais passos de como abrir uma empresa. Você saberá dos detalhes necessários para se tornar um empreendedor de sucesso. Confira!

1. Criar um plano de negócios

Se você deseja abrir uma empresa, o ponto principal é analisar se o produto/serviço em questão pode ser comercializado. É fundamental verificar as dores que o mercado tem, a fim de garantir que esse serviço atenderá a um público.

O interessante é criar um plano de negócios que seja adaptável. O que geralmente acontece é a criação de um plano robusto, mas que terá que ser atualizado constantemente. Por isso, o ideal é criar um que seja mais objetivo e que esteja suscetível a edições.

Por que inúmeras empresas têm focado em tecnologia nos últimos anos? Quando se pensa em inovação, o termo sempre vai remeter à tecnologia. Seja por meio da IoT (Internet das Coisas) ou de outros pontos, a inovação sempre acaba sendo associada ao setor de tecnologia. Logo, o impacto da tecnologia nos negócios deve ser sempre considerado.

Portanto, se for possível fazer a junção desses dois mundos, certamente vai haver um mercado para o seu empreendimento. Fazer uso da tecnologia como um diferencial é a garantia de evolução e de investimento no mercado atual.

Vivemos atualmente na era da comunicação. Muitas vezes o negócio que você está pensando em abrir já foi idealizado por outra pessoa. Por isso, se comunicar com quem entende como foi a experiência é imprescindível.

O benchmarking deve ser realizado tanto com as organizações que tentaram e tiveram sucesso quanto com as que não conseguiram bons resultados. A experiência desses empreendedores é muito importante para aqueles que estão entrando no mercado.

É o momento de deixar o ego de lado e o pensamento de que você vai conseguir fazer tudo sem a ajuda daqueles que já têm experiência na área. Antes de tentar abrir o seu próprio negócio, quanto mais informações você conseguir, mais fácil será a sua tomada de decisão.

Não se esqueça de que a principal motivação para criar um plano de negócio é o fato de que a sua ideia vai finalmente sair do papel — é quando você vai parar de imaginar e vai desenhar como esse negócio pode, de fato, funcionar.

Entenda quais são os passos para criar o seu plano de negócios.

1.1. Entender o mercado de atuação

É preciso entender qual é o seu mercado de atuação. Para tanto, é necessário fazer pesquisas. Entender o mercado nada mais é do que buscar informações que vão ser a base do posicionamento da sua empresa, que é o entendimento do que é o seu produto/serviço e para quem você vai vender.

A análise do mercado de atuação é uma das mais relevantes etapas da elaboração do seu plano de negócios. É justamente nessa fase que o empreendedor faz o estudo do cliente, do composto de mercado, dos fornecedores e dos concorrentes.

Os clientes não adquirem apenas produtos e serviços, mas soluções para o que precisam ou desejam. Dessa forma, o empreendedor é capaz de identificar tais soluções caso os conheça melhor. Quanto ao estudo do mercado fornecedor, são todas as empresas e pessoas que vão fornecer os equipamentos e as matérias-primas usados para a fabricação ou a venda de bens e serviços.

Lembre-se de manter um cadastro atualizado de todos esses fornecedores. Além disso, é interessante pesquisar, por telefone ou pessoalmente, questões como qualidade, preço, condições de pagamento e prazos de entrega.

Essas são informações extremamente úteis para determinar as despesas do negócio e, principalmente, o investimento inicial. Por fim, identifique quais são os seus principais concorrentes, visite-os e analise suas boas práticas e deficiências.

1.2. Definir objetivos

Há muitas metodologias para traçar objetivos e ir à busca deles. O indicado, no momento da criação desses objetivos, é separá-los em curto, médio e longo prazo.

Os objetivos de curto prazo são aqueles que vão exigir mais esforço, que é colocar a sua empresa no mapa. No médio e no longo prazo, os objetivos podem ser mais desafiadores.

Esse é o momento em que a organização analisa todos os seus dados históricos para projetar as metas futuras. É simplesmente uma resposta à pergunta “para onde desejamos caminhar?”. De modo geral, relaciona-se com os aspectos ligados à rentabilidade, ao faturamento, ao posicionamento no mercado e à quantidade de filiais.

1.3. Elaborar um plano de marketing

Não vai adiantar muito saber exatamente o que fazer, definir todos os objetivos e não contar com um plano de marketing. Nesse ponto, é indispensável pensar de forma atualizada no seu consumidor.

Há algum tempo, se o seu público-alvo era de idosos, a melhor estratégia para causar impacto poderia ser anunciar no jornal impresso ou na televisão. Hoje, pode ser o WhatsApp. As atualizações são o que fazem você compreender o que está acontecendo e representam a sua força de venda no futuro.

Não se esqueça de que o digital jamais pode ser deixado de lado. É o que vai entregar estatísticas e números para tomar decisões mais sábias. O marketing atualmente tem relação com decisões e números, além de ser totalmente voltado para o negócio, para os resultados.

Por esse motivo, o marketing digital é fundamental. É possível ver cada caminho para analisar a estratégia, sendo preciso acompanhar todas as tendências de marketing para garantir resultados melhores.

O conteúdo ajuda a tornar o seu negócio referência dentro do seu mercado de atuação. Ser referência gera muitos seguidores, que geram compras. Se tiver tempo, o investimento em vídeo é fundamental. Hoje o streaming é uma das mídias mais utilizadas e bem-sucedidas no mundo todo.

Influenciadores também são uma grande tendência. É interessante se tornar referência no assunto e, dentro do seu nicho, contar com pessoas que têm um nome, que vão gerar engajamento ao ter a imagem associada à sua marca.

1.4. Criar um plano financeiro

É imprescindível que se tenha noção da saúde do negócio. O mínimo é compreender o ROI (Retorno Sobre Investimento), o quanto o seu produto custa de fato e o quanto de custos está sendo gerado — lembrando que o custo precisa ser pensado no agora e no futuro (direto e indireto).

Outros fatores fundamentais são:

  • ticket médio;

  • margem de contribuição;

  • ponto de equilíbrio;

  • capital de giro.

O plano financeiro vai indicar a viabilidade do futuro negócio do empreendedor. Nele, é possível estudar o investimento total, determinando a quantidade de recursos que será investida para que a organização comece a funcionar. O plano financeiro é formado por:

  • investimentos fixos, que correspondem às despesas iniciais com todos os bens que a empresa precisa para funcionar, como equipamentos e máquinas. Estimar os investimentos fixos é um dos primeiros passos para fazer um plano financeiro;

  • capital de giro, que é o montante de recursos essenciais para o funcionamento da empresa, compreendendo a compra de mercadorias ou de matérias-primas, o pagamento das despesas e o financiamento das vendas;

  • investimentos pré-operacionais, que são os gastos feitos antes de começar as atividades da empresa, ou seja, antes do negócio abrir as portas e começar a vender seus produtos ou serviços;

  • estimativa dos investimentos fixos, que corresponde a todos aqueles bens que devem ser comprados para que o negócio possa efetivamente funcionar de maneira apropriada;

  • estimativa do faturamento mensal, que é o modo de estimar o valor que a empresa vai faturar mensalmente  multiplicando a quantidade de produtos ou serviços a serem oferecidos pelo seu preço de venda, que deve ter como base informações de mercado.

Depois de reunir todas essas informações sobre as estimativas de faturamento e também os custos totais, torna-se possível prever o resultado do negócio, verificando se ele poderá operar com lucro ou com prejuízo.

Por último, o plano financeiro também vai mostrar os indicadores de viabilidade, que são: lucratividade, ponto de equilíbrio, rentabilidade e prazo de retorno do investimento. 

1.5. Criar um plano operacional

O plano operacional se refere a toda a estrutura de um empreendimento: da localização e de como serão as instalações até as máquinas que o negócio exige para o seu funcionamento adequado.

Trata-se basicamente de compreender em qual conceito a sua empresa entra. São processos e fluxos que fazem a sua máquina girar, ou seja, as estratégias para alavancar o negócio no mercado.

O plano operacional apresenta como o seu negócio vai realmente funcionar na prática. Ele se divide em:

  • layout ou arranjo físico, que vai definir como serão distribuídos os inúmeros setores da empresa. Um ótimo arranjo físico oferece muitas vantagens, como aumento da produtividade, redução dos desperdícios e do retrabalho e melhoria na comunicação entre as pessoas e os setores;

  • capacidade produtiva, comercial e de prestação de serviços, que é fundamental para estimar a capacidade instalada da organização, ou seja, o quanto se pode produzir ou quantos clientes podem ser atendidos a partir da estrutura existente. Com isso, consegue-se diminuir o desperdício e a ociosidade;

  • processos operacionais, para fazer o registro de como a empresa vai funcionar. Para tanto, é necessário pensar em como serão feitas as inúmeras atividades, descrevendo como será a fabricação dos produtos, a prestação dos serviços, a venda de mercadores e até as rotinas administrativas;

  • necessidade de pessoal, que é indispensável para fazer a projeção dos funcionários necessários para que o negócio possa funcionar sem problemas.

1.6. Traçar as estratégias

Como o negócio vai atingir todos os seus objetivos traçados? Para cada estratégia definida, é preciso haver um objetivo ao qual ela servirá.

Como podemos notar, o planejamento vai ser desenvolvido de modo racional, de tal maneira que as etapas venham a ser cumpridas organizadamente. Isso permite que revisões periódicas possam ser feitas sempre que o cenário assim exigir.

Após fazer todas as etapas para criar o plano de negócios da empresa, o empreendedor deve realizar uma avaliação de todo o seu planejamento, afinal, um plano bem elaborado se torna um instrumento fundamental para traçar um retrato fiel do mercado, das atitudes a serem tomadas e do produto.

Além disso, essas estratégias propiciam segurança àqueles que querem iniciar um empreendimento com mais condições de êxito ou até mesmo promover ou ampliar inovações na sua empresa.

2. Identificar qual é o tipo da empresa

Qual é o tipo de empresa que você pretende abrir? Qual será a atividade que você vai exercer? Esse é um passo que se recomenda definir, ajustar ou até mesmo substituir durante a elaboração do seu plano de negócios.

Por atividade, as opções de empresas se classificam em:

2.1. Comércio

As empresas do comércio atendem o consumidor final, e geralmente revendem os produtos adquiridos de fornecedores. Os ramos possíveis são supermercados, lojas de roupas, farmácias e lojas de produtos naturais.

2.2. Indústria

Já na indústria, o ramo pode ser uma fábrica de móveis, uma gráfica ou uma fábrica de roupas, por exemplo. As indústrias são os empreendimentos que transformam uma matéria-prima em mercadorias. O ramo de atividade vai ser definido pelo tipo de mercadoria que o negócio produz.

2.3. Prestação de serviço

Aqui não há produtos, mas a prestação de um serviço significativo ao cliente. Cinema, táxi, curso de idiomas, lavanderia, consultório de dentista e escritório de contabilidade são alguns exemplos de empresas cuja proposta de valor é a prestação de um serviço.

Dentro dessas grandes áreas, há ramificações diversas, dando origem a uma grande quantidade de atividade possíveis. Cada uma recebe um número, que é único em todo o país: o CNAE (Código Nacional de Atividade Econômica).

3. Registrar a empresa

A empresa formal apresenta muito mais chances de acessar as linhas de crédito, fechar parcerias, exportar e receber subsídios do governo. Ou seja, registrar a empresa significa ter mais segurança para os investimentos que são feitos, já que o negócio estará em conformidade com as leis estaduais e federais.

A informalidade é um grande risco para o empreendedor. As mercadorias podem ser apreendidas pelo poder público, fazendo com que a empresa fique limitada à possibilidade de divulgação e de crescimento do negócio.

É importante reforçar que a legalização vai depender da legislação de cada estado. Sendo assim, confira informações que são comuns às leis das unidades federativas:

3.1. Registro na Junta Comercial

O registro legal de um empreendimento é tirado na Junta Comercial do estado ou no Cartório de Registro de Pessoa Jurídica.

Esse passo, para as pessoas jurídicas, é equivalente à obtenção da certidão de nascimento de uma pessoa física. Por meio desse registro, a empresa passa a existir oficialmente, o que não significa que ela já possa começar a funcionar.

Para fazer o registro é necessário apresentar vários documentos e formulários que podem variar de um estado para outro. Os mais comuns são:

  • contrato social;

  • inscrição estadual;

  • alvará de localização e funcionamento;

  • alvará do Corpo de Bombeiros;

  • cadastro na Previdência Social.

3.2. Contrato social

É o documento mais relevante do início do empreendimento. Nele, devem constar claramente definidos os seguintes itens:

  • interesse das partes;

  • objetivo da empresa;

  • descrição do aspecto societário e a maneira de integralização das cotas.

Para que o contrato social seja válido, é preciso ter o visto de um advogado. As empresas de pequeno porte e as microempresas são dispensadas dessa assinatura, conforme prevê o Estatuto da Micro e Pequena Empresa.

3.3. Inscrição estadual

Para as organizações que trabalham ou pretendem trabalhar com a produção de bens e/ou com a venda de produtos, é preciso ter o registro na Secretaria Estadual da Fazenda, conhecida como inscrição estadual.

Ela é indispensável para os setores da indústria, comércio e serviços de transporte intermunicipal e interestadual. Os serviços de comunicação e de energia também estão incluídos. Esse documento é necessário para a obtenção da inscrição no ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços).

Tal solicitação deverá ser via internet. Para tanto, é preciso ter um contador, que deve estar pré-autorizado, ou seja, ter a senha de acesso — já que é ele quem vai fazer a solicitação de inscrição.

3.4. Alvará de localização e funcionamento

Todos os empreendimentos industriais, comerciais e/ou de prestação de serviços precisam ter uma licença prévia do município para que possam operar.

Essa licença trata-se do alvará de localização e funcionamento — um documento que deve ser solicitado junto à prefeitura. É importante lembrar que o procedimento varia de acordo com a legislação de cada município.

As demais secretarias do município, como as de meio ambiente, saúde, obras e viação e planejamento poderão se envolver no processo de legalização de um negócio. Tudo vai depender da atividade desenvolvida.

3.5. Alvará do Corpo de Bombeiros

As áreas e edificações de risco de incêndio deverão ter o APPCI (Alvará de Prevenção e Proteção Contra Incêndio), expedido pelo Corpo de Bombeiros Militar do estado.

Tal solicitação precisa ser protocolada juntamente ao Corpo de Bombeiros, que vai fazer uma avaliação do grau de risco do local. O procedimento para liberação do alvará sempre vai variar de acordo com o grau de risco.

3.6. Cadastro na Previdência Social

Após ter em mãos a concessão do alvará de funcionamento, a organização já vai estar apta a trabalhar. No entanto, ainda faltam duas etapas essenciais para o seu funcionamento. A primeira delas é o cadastro na Previdência Social, independentemente da empresa ter funcionários ou não.

Para fazer a contratação, é necessário arcar com as obrigações trabalhistas sobre os funcionários. Ainda que seja apenas um trabalhador ou somente os sócios no início, a empresa deve estar cadastrada na Previdência e pagar os respectivos tributos.

Dessa forma, o representante terá que se dirigir à Agência da Previdência para solicitar o cadastramento do negócio e seus responsáveis legais — lembrando que o prazo para fazer o cadastro é de 30 dias após o início das atividades.

4. Escolher o regime tributário

Aqui é muito importante ter o apoio de um contador, mas um advogado especialista em tributos também pode ajudar muito nesse processo.

Ao menos que você conheça a fundo sobre essa parte contábil e jurídica, não há a possibilidade de definir sozinho qual será o regime tributário mais vantajoso para o seu negócio. São três opções para o recolhimento de impostos. Confira:

4.1. Simples Nacional

Todos os impostos são recolhidos e pagos em apenas uma guia. As suas alíquotas se encontram definidas em anexo na Lei Complementar nº123, de 2006. Essa tende a ser a melhor opção para grande parte das micro e pequenas empresas.

4.2. Lucro Real

Despesas e receitas devem ser comprovadas todos os meses nessa modalidade. Para o cálculo dos impostos, a base é o lucro contábil. No entanto, há também os ajustes positivos e negativos, que são requeridos pela legislação fiscal.

4.3. Lucro Presumido

Como o próprio nome já diz, o lucro do negócio é presumido a partir de percentuais que são aplicados sobre a receita operacional bruta. Dessa forma, os impostos são calculados e pagos de maneira separada.

O desafio de aprender como abrir uma empresa de sucesso tem movido os pensamentos de muitos brasileiros, por vezes preocupados com uma possibilidade de demissão ou insatisfeitos com o seu atual emprego. No entanto, é importante que essa decisão não seja tomada por impulso. A racionalidade é sempre uma das principais parceiras do empreendedor.

Esperamos que os passos apresentados neste texto possam ser úteis para que você realize uma reflexão ampla sobre montar uma empresa. Não invista em um negócio como a solução para a sua crise financeira. Embora você tenha uma ótima ideia, é imperativo analisar o mercado com atenção e estudar como essa ideia vai se comportar na prática.

Dedique-se ao planejamento. Em um cenário ideal, não é importante o tempo que você vai levar para amadurecer o seu plano. O que importa mesmo é ter todas as informações e reunir os documentos necessários. Lembre-se de que a pressa é inimiga dos bons negócios e que o cumprimento das exigências é uma obrigação ética, moral e legal.

Como mencionamos no início deste artigo, após finalmente conseguir o seu CNPJ, você vai ingressar em uma nova estrada, mas a responsabilidade sobre as condições que você enfrentará vai ser toda sua. Pavimente esse caminho com muita inteligência e sabedoria para vencer como empreendedor.

Agora você já sabe como abrir uma empresa! Você pode ir atrás dos seus sonhos, mas é importante fazer isso com os pés no chão. Investir no sonho não quer dizer investir fortunas para realizá-lo, significa dar um pontapé inicial para buscar essa realização.Trabalhe com cautela, faça pesquisas, busque informações atualizadas e invista da maneira mais acertada possível para garantir excelentes resultados!

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