Apreendedorismo: Dicas e Materiais sobre Empreendedorismo, Negócios e Marketing

Aprenda como criar um site em 9 passos práticos e fáceis

Na era digital, empreendimentos que não têm presença online acabam se tornando fantasmas — aqueles seres que acreditamos que existem, mas não vimos e não sabemos onde estão. É uma brincadeira e um jeito leve de abordar o tema, mas mostra que o ponto de partida para um negócio no mercado atual é criar um site.

Sem essa “casa virtual”, negócios de toda natureza perdem em alcance do seu público-alvo, deixam de consolidar sua marca e enfrentam dificuldades de conquistar um bom posicionamento.

Essa realidade já é conhecida pelos empreendedores, o que é comprovado em uma pesquisa realizada pelo Internet Live Stats, que fornece estatísticas diversas sobre o uso da internet, com dados atualizados em tempo real. No momento em que este post foi escrito, haviam 1.898.865.779 sites em todo o mundo — uma cifra próxima dos 2 bilhões.

Boa parte desses sites certamente não foram desenvolvidos por profissionais. Pessoas físicas e empreendedores fizeram sua própria página por conta própria, com a ajuda de plataformas autoexplicativas que tornam o processo simples e intuitivo.

Este post é um guia completo sobre a criação de sites para leigos, desde a escolha do nome até seu gerenciamento. Atente para as dicas que separamos e se prepare para transformar a realidade da imagem do seu negócio, aproveitando todo o potencial que a internet tem a oferecer.

1. Como criar um site passo a passo

Todo mundo já sabe que estar presente digitalmente é condição básica para o sucesso de qualquer negócio no mundo atual, pautado pela tecnologia.

Graças à linha evolutiva das ferramentas para produção digital, empreendedores podem contar com diversas soluções para a criação de seus próprios sites. Assim, esses espaços online podem se tornar os principais instrumentos de atração de clientes e de divulgação do negócio.

Mas para maximizar as chances de sucesso de um site, alguns passos devem anteceder as ações de desenvolvimento e publicação dessa vitrine virtual do empreendimento. Veja o que fazer antes de começar a criar um site logo abaixo.

1.1. Crie um sitegrama

Sitegrama é um esquema da estrutura desejada para o site. Isso ajuda a visualizar como será o projeto depois de concluído.

Essa etapa prévia deve conter a hierarquia das informações e o fluxo de navegação ideal. É importante porque facilita a noção dos recursos que serão necessários e das possibilidades de melhoria que podem ser implementadas, mesmo que a médio prazo.

1.2. Tenha uma tática para motores de busca

Um bom ranking nos resultados de busca é uma maneira eficaz de aumentar o tráfego. Por isso incorporar a otimização de sites (técnicas de SEO) vale muito a pena.

Um bom começo é definir as palavras-chave que mais associam a mente do cliente ao negócio. A partir daí, ela deverá ser utilizada em títulos de artigos, ao longo dos conteúdos, no rodapé e onde mais fizer sentido uma exposição bem contextualizada dessas tags-chave.

2. Escolha um domínio para o seu site

Para começar conceituando, um domínio é o endereço que identifica um negócio ou pessoa na internet. Na prática, é o nome do site ou do e-commerce e é muito comum que seja também a mesma designação do e-mail do empreendimento.

Em uma analogia com algo do dia a dia, podemos comparar o domínio de uma empresa ao RG de uma pessoa. Aquele registro é único e não importa se a pessoa muda de cidade ou de estado. O mesmo acontece com o domínio: ele não muda, mesmo que o provedor de hospedagem se altere — detalharemos a hospedagem no próximo tópico.

Quando se fala em domínio, “um quê” mais técnico costuma assustar, mas a questão acaba sendo mais fácil do que parece.

Aliás, deixar de lado o receio de “não dar conta” de algumas necessidades que extrapolam o core business é uma postura importante para que sejam vencidas as etapas essenciais para a consolidação do negócio.

Para compor um domínio, basta escolher um nome e acrescentar uma extensão. Por exemplo: nomedamarca + .com.br . Outras extensões usuais são: .gov, .net, .edu, .org, .info .

Em caso de blogs, muitas vezes não há um nome de uma marca para constar, então é preciso ser certeiro na escolha do domínio. Na hora de pensar o nome, vale a pena fazer uma lista com algumas ideias, cuidando para que sejam autênticas, com personalidade marcante, estritamente relacionadas ao assunto do blog, sejam fáceis de pronunciar e longe de algo muito genérico do tipo www.viagens.com.br, por exemplo.

Também é importante evitar domínios que sejam longos, ambíguos, que formem trocadilhos ao juntar palavras ou contenham números que precisam ser decorados pelo usuário.

Vale lembrar que o domínio não é algo para satisfazer a vontade do empreendedor, ele precisa ser elaborado com foco no cliente e prezando pela intuitividade e facilidade de associação do nome digital à marca do negócio.

2.1. Saiba que ter um domínio próprio é um diferencial

Existem alguns sites que não utilizam domínios próprios e isso é fácil de perceber: eles possuem endereços mais longos e trazem o nome da plataforma que o suporta, como WordPress e Blogger. Então, não é raro ver um endereço do estilo www.suamarca.wordpress.com ou www.suamarca.blogspot.com .

Essas plataformas permitem que os sites sejam publicados sem necessariamente ter um domínio comprado, mas aí entra uma questão que precisa ser considerada. Não ter uma marca própria na internet soa amador e isso pode prejudicar a reputação do empreendimento.

É claro que para quem está começando um negócio ou investindo em sua expansão, o orçamento é apertado e direcionar recursos para um site pode ser complicado, por um tempo. Para esses casos, existem provedores que fornecem o registro de domínio grátis por um período, em geral um ano.

A alternativa de ganhar fôlego com um domínio gratuito por alguns meses acaba sendo melhor do que adotar um endereço provisório, usando o WordPress ou Blogger, para depois trocar para o definitivo. Com essa transição, a marca perde em repercussão de imagem e também em resultados de buscas no Google.

2.2. Conheça os benefícios de uma marca online própria

Considerando o custo-benefício da aquisição de um domínio, fica claro que vale a pena investir em um nome que fortaleça a identidade digital do negócio.

Acompanhe as vantagens desse investimento, que é baixo e nem de longe poderá onerar os cofres da empresa.

Credibilidade

Demonstrar uma postura profissional no mercado é fator de atração de clientes e de bons parceiros. Além disso, um nome próprio demonstra que a empresa é séria e aposta em segurança.

Memorização

Quando o domínio é o nome da marca, a associação é algo natural. Isso facilita que o cliente digite apenas a identificação da marca e já tenha como primeiro resultado exatamente o que ele busca.

Tráfego orgânico

As redes de busca, como Google ou Bing, privilegiam o ranqueamento de domínios próprios. Por isso, o site e suas páginas internas têm maiores chances de aparecerem no topo dos resultados de busca quando não fazem uso de plataformas gratuitas que obrigam referenciá-las no domínio.

Proteção da marca

Ao garantir o registro do domínio equivalente ao nome da marca, fecham-se as brechas para que outro empreendedor tente usar o mesmo nome. Do contrário, permitem-se riscos ao posicionamento e à reputação da empresa.

3. Contrate um serviço de hospedagem

Vencida a etapa da definição do domínio, é hora de escolher o parceiro para hospedagem do site. E, também aqui, o principal direcionador deverá ser o custo-benefício. Até porque existem muitas opções no mercado e é preciso perceber qual é mais apropriada para a realidade de cada negócio.

Hospedagem nada mais é do que o serviço de armazenamento que permitirá que o site fique disponível para quem deseja acessá-lo.

Na verdade, para escolher o melhor serviço de hospedagem é indispensável conhecer a fundo a necessidade do negócio. Existem pacotes direcionados para cada segmento e é possível conseguir um encaixe perfeito entre o que o provedor tem a oferecer e o que o empreendimento precisa para prosperar no ambiente digital.

As empresas que registram domínios geralmente também hospedam sites e muitas vezes fica mais barato contratar ambos os serviços do mesmo fornecedor. É comum que em planos com maior prazo de duração, como os anuais, a empresa pague apenas pela hospedagem e leve o domínio como bônus, pelo menos por um tempo.

Para quem não sabe por onde começar a pesquisa, vale considerar as seguintes questões:

Disponibilidade

Não existe maior “espanta cliente” que um site fora do ar. Isso não só afasta o usuário que busca a marca, como também o Google, que penaliza o resultado da busca para aquele domínio.

Por isso é preciso avaliar as condições de disponibilidade prometidas pelo provedor, em contrato. Geralmente esse aspecto aparece na cláusula relacionada a “uptime” e o desejável é que a disponibilidade seja o mais próximo possível de 100%.

Capacidade de armazenamento

É recomendável a contratação de um serviço que ofereça o espaço de memória na medida da necessidade do negócio.

Equivale dizer que não é obrigatório ter um pacote com a maior capacidade de armazenamento disponível, até porque a cobrança será proporcional ao serviço disponibilizado. É preciso ter uma aderência entre o que será consumido de espaço e o que estará à disposição para quando a empresa precisar.

Tráfego de usuário

Alguns serviços limitam o tráfego mensal de dados e de usuários no site. Com isso, após esgotada a franquia acordada, haverá cobrança adicional.

O ideal é buscar um provedor que ofereça acesso e tráfego ilimitados, para evitar que novos custos impactem o orçamento ou, pior, que o site deixe de ser exibido ao atingir o máximo permitido.

Velocidade de carregamento

Um dos motivos da alta taxa de abandono de páginas é a baixa velocidade no carregamento: segundo uma pesquisa do Google, 53% das pessoas abandonam a navegação de sites que demoram mais de 3 segundos para carregar no smartphone.

Mesmo que a diferença entre um provedor e outro seja pequena, opte pelo índice que demonstra maior rapidez para a disponibilização de textos, imagens e multimídias.

Segurança da informação

É preciso se certificar de que o provedor possui políticas sérias de proteção dos dados dos clientes e do negócio como um todo.

Confira se o contrato prevê redundância dos dados, backups periódicos e rotinas para recuperação de dados, em caso de imprevistos — chamados de desastres, na linguagem da tecnologia.

Suporte ao cliente

Quando um serviço fica indisponível, instala-se uma crise no negócio. Alguém ficará sem acessar alguma informação, algum negócio deixará de ser feito.

Por isso o suporte aos clientes deve ser eficiente e oferecer canais de atendimento com uma boa janela de disponibilidade, preferencialmente no esquema 24 horas x 7 dias da semana.

4. Escolha a plataforma para a criação do site

A construção de um site por quem é leigo no assunto, ou seja, não é programador nem webdesigner, pode se dar de duas maneiras.

A primeira forma é via CMS (Content Management System), que é um sistema de gerenciamento de conteúdo e imagens. As plataformas líderes de mercado são o WordPress, o Joomla! e o Drupal, que oferecem códigos abertos e uso gratuito.

Ao se montar um site adotando um padrão CMS, alguns dos controles permitidos são, basicamente:

  • mudança da ordem dos itens dispostos no menu;

  • correções e alterações no conteúdo de uma página;

  • alteração do título e da descrição da página;

  • customização do template a partir de modelos disponíveis.

A outra maneira é utilizando uma ferramenta de criação de sites, que automatiza diversas funções e permite a customização de design e recursos.

Em um comparativo entre uma forma e outra, pode-se concluir que os criadores de site trazem bastante autonomia e ainda inovam ao permitir que mais endereços sejam codificados do zero, a partir do simples ato de arrastar e soltar elementos na tela.

Assim, o usuário acessa uma biblioteca de recursos e modelos e “puxa” para dentro de seu projeto aqueles itens que considera úteis. Feito isso, ainda é possível customizar cada um deles.

No fim das contas, uma boa solução de criação de sites efetiva é aquela plataforma que se mostra amigável tanto para a construção quanto para o gerenciamento do conteúdo online, sem o emprego de programação.

5. Instale a plataforma escolhida com um criador de sites

Escolhida a plataforma ideal para a construção do site, o usuário está a um passo de começar a tirar do papel as ideias para abrir um espaço digital para o negócio: falta apenas instalar a ferramenta na qual o código será desenvolvido — sem exigir conhecimentos de um desenvolvedor web.

Tanto as soluções CMS, gratuitas ou pagas, quanto os criadores de sites apresentam uma funcionalidade bastante intuitiva para uma instalação em poucos minutos. Em geral, são disponibilizados painéis de controle, com todos os recursos necessários para uma instalação rápida e sem erros.

Um tutorial de ajuda também pode ser consultado para um aprendizado mais passo a passo. Algumas soluções trazem um tour pela ferramenta, acelerando a familiarização com ela.

A partir daí será escolhido o tema ou template, definida a padronagem de cores e fontes e todos os detalhes relacionados a layout e usabilidade do site. Aprenda um pouco sobre a importância desses visuais no próximo tópico.

6. Escolha o tema e personalize seu site

Uma premissa deve nortear a escolha do tema do site: qual a “cara do negócio” que se deseja mostrar para o público?

Uma dica: voltar na estratégia empresarial é válido para buscar algo bem representativo dos valores e da razão de ser do empreendimento.

Portanto, é produtivo listar, antes de iniciar a pesquisa, quais funções não podem faltar no site, como formulários de contato, campo para inscrição para recebimento de newsletter, formulário para envio de alerta quando um produto chegar no estoque, em caso de loja virtual.

Também é útil rascunhar um esquema de como a informação será distribuída no site. Isso facilitará a estruturação de barras laterais e de um ou mais menus, tornando a navegação otimizada.

As plataformas para construção de sites disponibilizam um dashboard onde é possível selecionar templates, que é a estrutura de uma página já montada — com home ou página inicial, aba para conteúdo institucional, página para produtos etc.

Normalmente organizados por categorias, os temas apresentam recursos visuais e funcionalidades específicas e esse é um bom direcionador para a seleção do melhor tema.

A customização do formato inicial apresentado é possível, então seções horizontais podem se tornar verticais, menus podem sair do topo da página e irem para a lateral, por exemplo.

Sobre as fontes a serem utilizadas, é importante ter um estilo bem definido, já que esse também é um elemento que caracteriza a identidade visual do site. O mesmo vale para a cartela de cores a ser utilizada.

A usabilidade conta muito nessa etapa, que será responsável por oferecer, ou não, uma experiência positiva para quem acessa e navega pelo site da empresa. É por isso que ele precisa ser responsivo, ou seja, adequar-se para a visualização tanto em telas de PC quanto em smartphones ou em tablets.

7. Insira as informações, serviços e produtos da empresa

De nada adianta caprichar no visual do site e se esquecer do conteúdo. Para “vender o peixe” do negócio, é preciso investir em uma boa descrição sobre o que ele realmente representa e sobre o que ele pode agregar ao cotidiano do potencial cliente.

Para isso, é preciso que os produtos e serviços estejam bem descritos, com detalhes sobre funcionamento, especificações técnicas e diferencial mediante o que a concorrência oferece.

Nas plataformas criadoras de site, a inserção dessas informações é bastante simples, bastando acrescer os dados desejados em campos específicos, que foram selecionados na fase de estruturação do template.

A alteração dessas atualizadas pode ser feita sempre que necessário e a publicação dessas mudanças acontece em tempo real.

8. Produza conteúdo para o seu site

Esqueleto do site pronto, hora de adicionar conteúdo. Já é sabido que o marketing ganhou novos contornos com a era digital e um novo viés vem ocupando lugar de destaque: o marketing digital e o marketing de conteúdo.

A ideia central é de que empresas ganham autoridade sobre sua área de atuação na mesma medida em que publicam conteúdos relevantes relativos ao seu nicho.

Isso atrai potenciais clientes e, com uma boa estratégia de criação de conteúdos, é possível transformá-los em clientes efetivos.

As ferramentas de criação de site disponibilizam um publicador, que permite que novas páginas sejam agregadas sempre que um novo artigo ou post é disponibilizado, sem limitação de quantidade.

A localização deles se dá por um índice na página inicial e também por um campo de busca por palavra-chave. Também é recomendada uma organização por categorias.

Uma gama diversa de recursos podem ser explorados nessas páginas de conteúdo, como imagens, vídeos, áudios, tabelas, hiperlinks para outros artigos do próprio site ou para sites externos e ainda campo para comentários dos leitores.

O uso adequado de imagens é fundamental para a composição de páginas de visualização agradável. Os criadores de site permitem que uma galeria de imagens seja construída, aos poucos, para uso oportuno das figuras, que podem aparecer isoladamente ou de forma alternada, no estilo carrossel.

O uso de legendas e de miniaturas também enriquece a visualização e contribui para o ranqueamento no Google. Técnicas de otimização de sites (SEO) também são recomendadas na composição dos conteúdos, para melhores resultados nas buscas via Google.

9. Divulgue

Um site no ar é só mais um site no ar. Então, como fazer o cliente chegar até ele, indo além dos resultados apresentados nos buscadores quando o próprio cliente toma a iniciativa de procurar? A melhor resposta é: integre a página às mídias sociais — isso pode ser feito de forma automatizada nas soluções de criação de sites.

Assim, Facebook, Instagram, Twitter, YouTube e LinkedIn podem publicar links com chamadas e imagens que direcionam para o site da empresa. Além disso, os próprios leitores podem se identificar com alguma postagem e compartilhá-la em seus perfis pessoais, ajudando a divulgar a marca organicamente.

Aí reside mais um motivo pelo qual é produtivo apostar em marketing de conteúdo. As redes sociais podem ser usadas para atrair leitores para os artigos e postagens. E, com o tempo, esse leitor pode ser convertido em um cliente que consome e que se torna fiel à marca.

Não ter um site é assumir que a empresa não terá visibilidade no mercado atual. É aceitar que o empreendimento não terá muitos clientes e enfrentará dificuldades para vender, fechar negócios e ter um bom faturamento.

Diante dessa realidade, todo empreendedor já se conscientizou que uma presença na internet significa abrir as portas para novos clientes, para a consolidação da marca no mercado e para o aumento da lucratividade.

E já que o cartão de visitas no mundo digital é um site, investir nesse instrumento de geração de negócios deve ser prioridade.

Um site precisa ser bem projetado, ter um visual profissional, informações organizadas e fáceis de serem encontradas. E a boa notícia é que não precisa ser especialista ou programador para desenvolver um site: existem plataformas que tornam essa tarefa algo acessível a qualquer pessoa.

Com ferramentas criadoras de site, o tempo de produção é reduzido. Em apenas 3 dias é possível começar do zero e publicar uma página bem estruturada, que passe credibilidade e confiança para visitantes e clientes.

A Locaweb é um fornecedor que oferece plataformas para criar um site para qualquer tipo de negócio. São planos de sites sem limite de páginas, blogs embutidos, e-mail exclusivo da marca da empresa, vitrine de produtos e carrinho. Tudo isso sem que ele fique pesado, porque a infraestrutura tecnológica que suporta as ferramentas online é consolidada e robusta.

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